HELOIZA BARBOSA MORENO E PATRICIA ( MÃE) - Bia Map

HELOIZA BARBOSA MORENO E PATRICIA ( MÃE)

  • Data de nascimento: 08/01/2013
  • Sexo: Feminino
  • Altura:
  • Peso: Kg
  • Cabelo: Castanho Escuro
  • Olhos: Castanho Azulado
  • Cor de Pele: Parda
  • Observações:
  • Marcas: http://www.desaparecidos.pr.gov.br/desaparecidos/desaparecidos.do;jsessionid=8B7AED7793B99D9B3DDFD23717BD9E22?action=detalhesDesaparecido&c=13925
  • Dias desaparecido: 1799 dias
  • Data do desaparecimento: 06/01/2014
  • Local do desaparecimento: Jardim Morumbi, Paranavai, PR

Sobre o acontecido

Patrícia saiu de casa no dia 6 de janeiro, levando a filha no colo. Iria a um posto de vacinação e não foi mais vista. Sem qualquer pista, a família vive da esperança de encontrá-las com saúde

Sete meses depois do desaparecimento de mãe e filha, família vive de esperança
Patrícia e a filha Heloísa: sete meses depois, mistério continua 214 dias. Este é o tempo que dura o drama da família de Patrícia Barbosa Pereira, 28 anos, e da pequena Heloísa Barbosa Moreno, então com apenas 22 dias de vida. Patrícia saiu de casa no dia 6 de janeiro, levando a filha no colo. Iria a um posto de vacinação e não foi mais vista. Sem qualquer pista, a família vive da esperança de encontrá-las com saúde.
FALTA DE PISTAS – Diego reforça a expectativa da mãe e resume: “A gente quer acreditar que ela esteja viva”. Evangélico, se agarra a Deus e lamenta a falta de pistas até o momento. Segundo ele, a Polícia informa que continua procurando as duas desaparecidas.
Mesmo separada, Patrícia tinha afinidade com o ex-marido e, em companhia das duas filhas, o visitou um dia antes de desaparecer. Patrícia teria descoberto a gravidez logo após a separação. Patrícia trabalhava como empregada doméstica. Com o que ganhava, mantinha as filhas e bancava outras despesas pessoais. Com o desaparecimento, a família assumiu o papel de mantenedora.
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PREOCUPAÇÃO – Menos confiante, o pai de Patrícia, lavrador Lidiomar Rodrigues Pereira, 52 anos, tem poucas esperanças de encontrar a filha viva. Não descarta sequestro e fala que já andou mais de três mil quilômetros em busca de pistas. O telefone celular dela está desligado desde o dia do desaparecimento. Ela saiu às 10 horas e, quando a mãe tentou contato, às 17 horas, já estava na caixa postal. Outro dado que reduz a esperança do pai é o fato dela não ter levado documentos pessoais, roupas e nem mesmo sacado o valor referente ao benefício previdenciário a que teria direito durante o repouso pós-parto. Quando saiu de casa, Patrícia tinha apenas R$ 10,00 para pagar o ônibus circular.
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Não há indícios de crime
Enquanto a família nutre esperanças de encontrar mãe e filha com vida, a Polícia não descarta qualquer possibilidade.